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Cofundador pede maior engajamento dos brasileiros no Twitter

“Vocês têm grandes eventos que irão acontecer nos próximos anos e o mundo quer vê-los”, afirmou Jack Dorsey, cofundador e presidente-executivo do conselho administrativo do Twitter, que visita pela primeira vez o Brasil.

Em palestra para a imprensa e para estudantes nesta quinta-feira (11) na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, o executivo pediu para que todos na sala participassem mais do microblog e compartilhassem notícias com o mundo, “para que todos vejam independente de onde estejam”.

“Eu gostaria que o Brasil compartilhasse mais o que está acontecendo nas ruas, sobre a Copa do Mundo, as Olímpiadas e tudo o que está acontecendo no país”, acrescentou. O Brasil está entre os cinco principais mercados do Twitter, que tem mais de 200 milhões de usuários ativos no mundo.

“O Brasil é muito social, tem tecnologias muito sofisticadas e é um país que influencia o resto do mundo”, afirmou o executivo, que palestrou ao lado de Guilherme Ribenboim, diretor-geral do Twitter no Brasil. "Eu fiquei bastante impressionado com a adoção da tecnologia aqui", disse. "O país caminha muito rápido na criação de tecnologias e não vejo sinais disso desacelerar".

Dorsey fundou o Twitter em 2006 com a ajuda de Noah Glass, Evan Williams e Biz Stone. Além do microblog, o executivo lançou em 2010 o serviço de pagamento móvel Square, no qual é presidente-executivo hoje. Em 2012, Dorsey apareceu na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista “Time”.

Facebook

Sobre a concorrência com o Facebook, maior rede social do Brasil, Dorsey acredita que o aspecto social do Twitter é apenas uma porcentagem pequena do que o microblog propõe. “O Facebook é bom em manter uma rede social (...) Eu não vejo o Twitter assim. Quando eu acordo, eu vejo o Twitter para ver o que está acontecendo na minha cidade, no meu país e no mundo, além de ver o que as pessoas que eu gosto estão fazendo, assim como artistas, músicos, políticos e atletas. Vejo o Facebook puramente como um lugar para manter contato com os amigos”, acrescentou.

Sobre a liberdade de expressão no microblog, o executivo lembrou que tudo no Twitter é público. “Todos os tuítes estão abertos para o mundo. E quando alguém vai longe demais, as pessoas na sua volta lhe corrigem. E isso tende a mudar o comportamento. Não é função da companhia e da tecnologia fazer isso, e sim da comunidade. E vemos isso acontecer nas revoluções”, disse.

Cofundador pede maior engajamento dos brasileiros no Twitter

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